Jornal da UEM

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ISSN: 2238-5010 - Jornal da UEM nº 118 - Dezembro/2014

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Prevenção é o foco contra a Aids Imprimir E-mail
Jornal 117 - Outubro/2014


Alunos do Colégio Politécnico de Apucarana atentos à explicação do monitor

Mudi aposta no conhecimento, adequado a diferentes faixas etárias, para prevenir Aids/DST

Por Sueli Nascimento Silva

No dia 1º de dezembro se comemora o dia Mundial de Luta Contra HIV/Aids, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. No Brasil, a data foi instituída em 1988, de lá para cá, os avanços no tratamento da doença são muitos, mas a cura definitiva ainda não foi encontrada. Os investimentos públicos em tecnologias, terapias antirretrovirais, os custos com internamentos, os prejuízos com o afastamento do trabalho, o ônus pago pelo sofrimento humano advindo de doenças estigmatizadas socialmente como é o caso das DST/Aids são ainda muito altos e podem e devem ser minimizados. Saber que existem avanços nessa área e que poderemos, caso adoeçamos, receber tratamento adequado e ter um mínimo de qualidade de vida, certamente nos tranquiliza, contudo, temos que compreender que devemos oferecer uma contrapartida, a prevenção.

Sônia Trannin: “Devemos priorizar a educação pautado no fato de que o sexo faz parte de nossas vidas”.

É o que pensa a professora Sônia Trannin de Mello, do Departamento de Ciência Morfofisiológicas. Ela, em conjunto com integrantes do Museu Interdisciplinar (Mudi), da Universidade Estadual de Maringá, acredita que a educação possa ser uma poderosa aliada na luta contra a doença. “Devemos priorizar a educação pautada no fato de que o sexo faz parte da nossa vida e da nossa saúde. É preciso discutir de forma clara, objetiva e sem preconceitos, tendo como base o conhecimento do próprio corpo, o autocuidado e a prática do exercício da cidadania”.
Trannin relata que, após 30 anos de epidemia, a vigilância vem se aperfeiçoando e possibilitando melhor monitoramento dos casos. Nos últimos 10 anos, houve uma elevação de cerca de 2% na detecção dos casos de Aids. “A tendência de aumento foi verificada na população de jovens entre 15 e 24 anos e entre adultos com mais de 50 anos”.

Mudi - O Museu recebe, anualmente, segundo a professora, aproximadamente 16 mil pessoas em visitas agendadas e espontâneas. Os projetos oferecem informações e atualizações científicas sobre os temas corpo humano, planejamento familiar e prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e HIV/Aids, além de educação para a cidadania. Acompanhados por monitores, que são acadêmicos da UEM, os visitantes, na maioria alunos do ensino fundamental e médio, têm oportunidade de visualizar peças anatômicas, manusear preservativos masculinos e femininos, bem como outros métodos de prevenção. “Mas, além desse público, recebemos também universitários, pessoas da terceira idade e comunidade em geral. Nós privilegiamos uma linguagem acessível, oferecendo espaço para perguntas e questionamentos.”
É importante que o binômio ensino/aprendizado seja incorporado à vida do indivíduo, avisa Trannin. “Em especial, para quem é professor, uma tarefa infindável, porque o mundo é dinâmico e as crianças crescem e se tornam jovens, que se tornam adultas e envelhecem. Dessa forma, devem ser constantemente instruídas, de acordo com a faixa etária em que se encontram, em relação a sua sexualidade, aos seus direitos e deveres e aos cuidados e o respeito que devem ter com o próprio corpo, explica”.
O Mudi oferece cursos de extensão que objetivam capacitar e atualizar conhecimentos sobre o tema. Eles são ministrados por professores que atuam no Museu e por monitores capacitados e supervisionados por seus orientadores. “Os resultados tem se mostrado positivos. Recebemos inúmeras solicitações para ações extramuros e itinerantes, contudo nem sempre conseguimos atender toda a demanda em virtude, sobretudo, de dificuldades técnicas, cabendo aqui chamar a atenção sobre a necessidade urgente de maior apoio e investimento para os projetos de extensão dentro das universidades, haja vista o importante papel que desempenham na comunidade”, conclui.

Formas de contágio

Como o HIV, vírus causador da Aids está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno, a doença pode ser transmitida de várias formas:
Sexo sem camisinha - pode ser vaginal, anal ou oral.
De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação - também chamado de transmissão vertical.
Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa.
Transfusão de sangue contaminado com o HIV.
Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.
Evitar a doença não é difícil. Basta usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringa, agulha e outro objeto cortante com outras pessoas.
Os preservativos estão à disposição na rede pública de saúde. Caso não saiba onde retirar a camisinha, ligue para o Disque Saúde -136.

Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/formas-de-contagio

 

 

 

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